- Saúde em Movimento -
Fisioterapia & Jiu Jitsu
E-mail: barby_kw@hotmail.com
Esse site é resultado de um projeto da aluna Bárbara Thamires, do Curso de Fisioterapia, da UFPR (Universidade Federal do Paraná), para o módulo Prevenção em Saúde com mediação dos professores Daniel O. Canavese e Diomar A. de Quadros. Tem como principal objetivo divulgar o Jiu Jitsu e seus benefícios a todos aqueles que ainda não tiveram contato com o esporte e também trocar experiências com quem já conhece e admira o mesmo.
- Artes Marciais, Promovendo Saúde -
Profissionais e Proprietários de Academias reconhecem que a sociedade percebe a melhoria da qualidade do serviço prestado nas academias, após a Lei n 9696/98.
O apelo desenfreado ao culto do corpo fez proliferar nos últimos anos uma verdadeira indústria, no que diz respeito à prática da atividade física, em âmbito nacional. Homens e mulheres passaram a ser alvo de uma grande campanha publicitária, quase uma exigência de modelação corporal, o que nada tem a ver com a essência da atividade física e sua relação de vida saudável. Este fenômeno atingiu também as práticas de Lutas e Artes Marciais, e teve como conseqüência o aumento, incontrolável, do número de academias e a afluência indiscriminada de pessoas não-qualificadas ministrando as diversas modalidades de lutas. Ainda nesse contexto, muitos dessas pessoas até apresentavam algum domínio do ponto de vista da habilidade técnica na execução do gesto motor, em sua especificidade, mas, por outro lado, careciam dos demais requisitos básicos (pedagógicos, científicos, éticos profissionais) para uma atuação de qualidade.
A regulamentação da Profissão de Educação Física, com a criação dos Conselhos Federal e Regionais, surgiu, justamente, para disciplinar todas as práticas na área das atividades físicas.
No caso específico das Artes Marciais, não é difícil lembrar as distorções praticadas por pessoas despreparadas e descompromissadas com o real valor que as diferentes modalidades proporcionam a seus praticantes. Lesões físicas, e psicológicas, eram as mais comuns, face à metodologia presente em muita das aulas dinamizadas por esses falsos instrutores, que em nome de uma tradição disciplinar existente nas lutas, abusavam de seu autoritarismo que se fazia freqüente nas aulas, da maioria das modalidades.
Outro aspecto marcante de violência à integridade humana refere-se aos próprios eventos esportivos, nas modalidades de luta, muitos deles realizados sem que houvesse a menor preocupação com a infra-estrutura, segurança e respeito aos participantes. Tudo isso em nome da superação, da vitória, da conquista e do resultado esportivo a qualquer preço.
Na luta contra esse lado negativo, encontravam-se, também, esforços de algumas Federações em busca de conter essas distorções. Não era recente o desejo das entidades responsáveis pela promoção e pelo desenvolvimento dessas práticas, de encontrar meios para que o Estado assumisse o controle da situação. As mais evidentes iniciativas encontravam-se nas denúncias contra falsos praticantes, aventureiros que se imbuíam do status de Mestres e se estabeleciam, utilizando-se da ingenuidade do cidadão comum. Além dessas, outras caminhavam em ações legislativas para que o controle do ensino dessas práticas pudesse existir.
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